ColunistasFernando de Miranda

Doença da desatenção

O poder da atenção seria completo, se soubéssemos e dedicássemos um pouco mais a este grande poder. Com certeza evitaríamos os tropeços em pequenas pedras – pois que – “ninguém tropeça em montanha“, na visão do terapeuta transpessoal Harry Tadashi Kadomoto, no seu livro com esse mesmo título. 

Tropeçamos em pedras pequenas quase todos os dias, e é isso que nos leva à dificuldade de conhecer o outro e, principalmente, a nós mesmos, que não somos capazes de fazer a leitura não verbal do outro. Agimos sem pensar nas consequências. Quantas vezes estamos ao lado das pessoas e nem sempre estamos com elas.

A desatenção é cruel, dói no outro. Por isso, tem gente que conversa olhando nos olhos do interlocutor. Eu conheço uma “pessoinha” que, quando quer saber a verdade, diz: olha aqui no meu olho! Terrível isso. Sabe por quê? Mesmo que não estejamos mentindo, incomoda. Fico todo desajeitado. Mas essa história de – olha nos meus olhos – tem sentido assim: “Quer realmente enxergar uma pessoa? Olhe para seus olhos. O sorriso disfarça as coisas, esconde o que o coração sente, mas os olhos não”. Os olhos são as janelas da alma.

FERNANDO DE MIRANDA JORGE
Acadêmico Correspondente da APC Jacuí/MG
fmjor31@gmail.com

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Fernando de Miranda Jorge

Acadêmico Correspondente da APC Jacuí/MG - fmjor31@gmail.com

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