ColunistasFernando de Miranda

O tradicional nó

Sabe-se que “nó”  é a técnica de laços dados em cordas ou em outras peças a fim de prendê-los a um determinado ponto ou, ainda, uni-los uns aos outros. É um método de apertar ou segurar alguma coisa linearmente, por amarração e entrelaçamento.

E parece que todo mundo sabe disso aí, deve o leitor estar pensando… É. O tradicional ‘nó’ quando bem elaborado é fácil de desatá-lo. Mas já viram quando é mal enlaçado ou vira aquela maçaroca enlouquecedora? Precisa de muita paciência. Tem gente que não dá conta de desfazê-lo. Já experimentaram algumas vezes nos amarrados dos tênis, dos sapatos?

Há, também, os clássicos de amarrar – nos shorts, nos pijamas. Sim, ainda muito usados. Até agora tudo familiar, não é mesmo? E o ‘nó’ cego? Ah, esse é de esgotar a paciência ou amargar a boca. Metaforicamente, é aquela pessoa que é muito enrolada para fazer certas coisas. Ela não responde o que lhe é perguntado. Ela não paga a quem está devendo. Ela só vai se enrolando e enrolando os outros…

Melhor mesmo é ficar com um ’nó’ bem dado. É o que vale. É ou não é?

FERNANDO DE MIRANDA JORGE
Acadêmico Correspondente da APC Jacuí/MG
fmjor31@gmail.com

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Fernando de Miranda Jorge

Acadêmico Correspondente da APC Jacuí/MG - fmjor31@gmail.com

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