ColunistasFernando de Miranda

Qualquer dia

Cada dia. Cada pequeno olá. Simples sorriso, mesmo pequeno, cada pequena ajuda ao próximo, mesmo pouca, é capaz de salvar um dia qualquer. Um bom dia é aquele que pensamos ao acordar, certamente hoje, dará tudo certo no nosso caminhar, se sentirmos o aroma das flores que estão por aí, por todo lugar. E vamos nós, caminhando e cantando, enfrentar o bom combate.

As cidades já amanhecem sorrindo. Nos jardins, as flores se abrem e os passarinhos, livremente, inocentemente, cantam nos saudando. Qualquer dia, quem sabe talvez, o sentido da vida seja só seguir em frente, tocando a viola, qualquer dia… Com frio, muito frio, pouco frio. Uns gostam, outros não gostam, sei lá. Noutro dia, menos frio, dormiremos melhor.

Dizem que levamos sete minutos para dormir e que, nos primeiros seis minutos e cinquenta e nove segundos, nossa cabeça, automaticamente, reproduz todos e cada um dos momentos vividos ao longo do dia. Sabiam disso? E ainda que, no último segundo, nos aparece a pessoa, a qual nos tenha feito feliz naquele dia, mesmo que tenha sido tão rápido! Muito doido, muito em pouco tempo.

Finalmente, o nosso cérebro permanece com o que foi mais importante, com o que mais tenhamos gostado, e nos transmite, em forma de filme, um filme chamado “s o n h os”. Sonhos são rapidíssimos assim. Por isso não nos cansamos deles. Mais um dia qualquer ou como cantou a banda Skank, na composição de Vinícius Frade e Tácio Ferreira: “Parece não ter o peso/ E agora já não tem medo/ E então já sabe o que quer”. Porque ontem foi mais qualquer dia!  

FERNANDO DE MIRANDA JORGE
Acadêmico Correspondente da APC
Jacuí/MG
E-mail: fmjor31@gmail.com

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Fernando de Miranda Jorge

Acadêmico Correspondente da APC Jacuí/MG - fmjor31@gmail.com

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